Madrugada. Um cigarro aceso, o vento frio da janela. O som de Dylan ao fundo.
Olho para as luzes acesas da cidade e me dou conta de que estou exausta do mundo.
Tenho voz, mas não sei o que dizer. Não tenho mais o que cantar. Milhares de perguntas flutuam pela minha mente, não tenho nenhuma resposta.
Quão longe terei que ir nessa busca incessante por algum significado? Quão baixo, quão profundo? Quão extremo? Logo vem a manhã, mas nada vai ter mudado. E depois resta apenas esperar novamente pela madrugada.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Número 7, noite
Faz tempo que não aparecem palavras por aqui. Essa foi a fascinação do dia: palavras.
Escrevi hoje sobre palavras. Pensei que é preciso que muitas palavras se passem para que não se precise mais de nenhuma. Se eu deixar aqui, agora, um espaço em branco, será que ele vai ter algum sentido?
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