E se amanhã eu tiver esquecido quem sou?
sábado, 4 de dezembro de 2010
Número 6, saudades
Nos momentos em que menos podemos parar e existir, as coisas nos chamam a nos incomodar com elas. Eu não gosto dessa sazonalidade, por que não pode haver uma certa constância no quem sou eu?
É só quando
esta
advém que posso voltar a gostar de mim.
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